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dc.creatorMocellin, Adriel Gustavo Bartz-
dc.date.accessioned2022-08-05T20:55:21Z-
dc.date.available2022-08-05T20:55:21Z-
dc.date.issued2022-06-23-
dc.identifier.citationMOCELLIN, Adriel Gustavo Bartz. Cálculo da luminosidade de raios cósmicos de galáxias Starburst. 2022. Dissertação (Mestrado em Física e Astronomia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/29182-
dc.description.abstractUltra-high energy cosmic rays (UHECR) are the most energetic of all subatomic particles ever observed in nature. The search for its mysterious origin is currently a major scientific challenge. Great progress in this direction has been made by the Pierre Auger Observatory, which can measure events above 1 EeV quite accurately. In this work, we investigate the possibility that these particles originate from Starburst Galaxies. However, the study of cosmic rays depends heavily on the study of their propagation in the universe to Earth. In the first part of the paper, we discuss the Hillas criterion for describing possible sources of cosmic rays, the energy spectrum, anisotropy, and composition, and then we address the main energy losses on the way of these particles to Earth. Based on the literature, we analyze the physical processes that can accelerate particles and a possible correlation between cosmic ray arrival directions and Starburst Galaxies. We argue that if Starbursts are possible sources of acceleration, then the acceleration of particles in terminal shock and the formation of winds and bubbles that result are the conceptual model that best describes this process. In the last part, an upper limit on the gamma-ray flux integral is used to obtain the upper limit on the luminosity of UHECR for the Starburst Galaxy Arp 220 and the partial luminosity for other six Starburst sources. This correlation arises from the regime of particle cascades that occur as cosmic rays propagate in radiation fields as they propagate through the universe.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_BR
dc.subjectGaláxiaspt_BR
dc.subjectAstronomia de raio gamapt_BR
dc.subjectRaios cósmicos - Propagaçãopt_BR
dc.subjectRadiação cósmica de fundopt_BR
dc.subjectObservatórios astronômicospt_BR
dc.subjectGalaxiespt_BR
dc.subjectGamma ray astronomypt_BR
dc.subjectCosmic rays - Propagationpt_BR
dc.subjectCosmic background radiationpt_BR
dc.subjectAstronomical observatoriespt_BR
dc.titleCálculo da luminosidade de raios cósmicos de galáxias Starburstpt_BR
dc.title.alternativeStarburst Galaxies cosmic rays luminosity calculationpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.description.resumoOs Raios Cósmicos de Altíssimas Energias, do inglês Ultra-High Energy Cosmic Rays (UHECR) são os mais energéticos de todas as partículas subatômicas já observadas na natureza. A busca por sua origem misteriosa é atualmente um grande desafio científico. Grandes avanços foram feitos nesse sentido pelo Observatório Pierre Auger, o qual mede eventos acima de 1 EeV com bastante precisão. Neste trabalho, exploramos a possibilidade de que estas partículas se originem de Galáxias Starburst. Contudo, esse estudo de raios cósmicos possui uma intensa dependência no estudo de sua propagação no Universo até a Terra. Na primeira parte do trabalho, discutimos sobre o critério chamado de Hillas para descrever possíveis fontes de raios cósmicos, o espectro de energia, anisotropia e composição, e em seguida abordamos as perdas de energia mais relevantes no caminho destas partículas até a Terra. Com base na literatura, analisamos os processos físicos que podem acelerar partículas e uma possível correlação entre as direções de chegada dos raios cósmicos e galáxias Starburst. Argumentamos que se Starbursts são possíveis fontes aceleradoras, então a aceleração de partículas no choque terminal e a formação de ventos e bolhas que decorrem dele representam o modelo conceitual que melhor descreve este processo. Na última parte, um limite superior na integral do fluxo de raios gama é utilizado para obter o limite superior na luminosidade de UHECR para a Galáxia Starburst Arp 220 e a luminosidade parcial para outras seis fontes Starburst. Esta correlação é obtida por meio do regime de cascatas de partículas formadas no decorrer da propagação de raios cósmicos, nos campos de radiação, durante sua propagação pelo Universo.pt_BR
dc.degree.localCuritibapt_BR
dc.publisher.localCuritibapt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-0978-6316pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1199831348912911pt_BR
dc.contributor.advisor1Anjos, Rita de Cássia dos-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-6463-2272pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5775617413825711pt_BR
dc.contributor.referee1Anjos, Rita de Cássia dos-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-6463-2272pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5775617413825711pt_BR
dc.contributor.referee2Coelho, Jaziel Goulart-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-9386-1042pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0298932683600051pt_BR
dc.contributor.referee3Araújo, Carlos Henrique Coimbra-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0003-3588-2587pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7453233355722472pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Física e Astronomiapt_BR
dc.publisher.initialsUTFPRpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::FISICApt_BR
dc.subject.capesFísicapt_BR
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