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dc.creatorConceição, Ellen Karina de Jesus-
dc.date.accessioned2025-10-03T21:11:20Z-
dc.date.available2025-10-03T21:11:20Z-
dc.date.issued2025-02-27-
dc.identifier.citationCONCEIÇÃO, Ellen Karina de Jesus. Análise da aplicação da ultrassonografia na detecção de lesões hepáticas nos casos de esteatose tipo 2: uma revisão de literatura. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Tecnologia em Radiologia Médica) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/38542-
dc.description.abstractHepatic steatosis type 2, characterized by excessive fat accumulation in the liver, represents a significant clinical challenge, especially due to the risk of progression to more severe stages, such as fibrosis and cirrhosis. Ultrasound has emerged as one of the main imaging methods for early detection and monitoring of liver lesions associated with this condition. This study aimed to analyze the application of ultrasound in identifying liver lesions in cases of hepatic steatosis type 2, highlighting its effectiveness, advantages, and limitations compared to other imaging diagnostic techniques. Through a literature review, the main ultrasonographic approaches used in clinical practice were evaluated, including conventional ultrasound, diagnostic ultrasound, and advanced techniques such as elastography and attenuation imaging (ATI). The results of the analysis of 17 studies indicated that ultrasound is a valuable tool in the screening and monitoring of hepatic steatosis type 2, showing good sensitivity in detecting structural changes in the liver. However, its accuracy can be influenced by factors such as the operator’s experience and limitations in differentiating between steatosis and other liver pathologies. It was concluded that, despite its limitations, ultrasound remains an essential method for the initial diagnosis and monitoring of the progression of hepatic steatosis type 2, especially when combined with complementary imaging techniques.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectDiagnóstico por imagempt_BR
dc.subjectEsteatose hepáticapt_BR
dc.subjectFígado - Doençaspt_BR
dc.subjectUltrassonografia - Diagnósticopt_BR
dc.subjectDiagnostic imagingpt_BR
dc.subjectFatty liverpt_BR
dc.subjectLiver - Diseasespt_BR
dc.subjectUltrasonic imaging - Diagnosispt_BR
dc.titleAnálise da aplicação da ultrassonografia na detecção de lesões hepáticas nos casos de esteatose tipo 2: uma revisão de literaturapt_BR
dc.title.alternativeAnalysis of the application of ultrasound in the detection of liver lesions in cases of type 2 steatosis: a literature reviewpt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.description.resumoA esteatose hepática tipo 2, caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura no fígado, representa um desafio clínico significativo, especialmente devido ao risco de progressão para estágios mais graves, como fibrose e cirrose. A ultrassonografia tem se destacado como um dos principais métodos de diagnóstico por imagem para a detecção precoce e o monitoramento de lesões hepáticas associadas à condição. Este estudo teve como objetivo analisar a aplicação da ultrassonografia na identificação de lesões hepáticas em casos de esteatose hepática tipo 2, destacando sua eficácia, vantagens e limitações em comparação com outras técnicas de diagnóstico por imagem. Por meio de uma revisão bibliográfica, foram avaliadas as principais abordagens ultrassonográficas utilizadas na prática clínica, incluindo a ultrassonografia convencional, a ultrassonografia diagnóstica e técnicas avançadas, como a elastografia e a atenuação de imagem (ATI). Os resultados da análise de 17 estudos indicaram que a ultrassonografia é uma ferramenta valiosa na triagem e no acompanhamento da esteatose hepática tipo 2, apresentando boa sensibilidade para detectar alterações estruturais no fígado. No entanto, sua precisão pode ser influenciada por fatores como experiência do operador e limitações na diferenciação entre esteatose e outras patologias hepáticas. Concluiu-se que, apesar de suas restrições, a ultrassonografia continua sendo um método essencial para o diagnóstico inicial e o monitoramento da progressão da esteatose hepática tipo 2, especialmente quando combinada com técnicas complementares de imagem.pt_BR
dc.degree.localCuritibapt_BR
dc.publisher.localCuritibapt_BR
dc.contributor.advisor1Malthez, Anna Luiza Mitidieri Cruz-
dc.contributor.advisor-co1Villa Real, Jessica-
dc.contributor.referee1Malthez, Ana Luiza Metidieri Cruz-
dc.contributor.referee2Pereira, Danielle Filipov-
dc.contributor.referee3Pontes, Dyane Lima de-
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programTecnologia em Radiologiapt_BR
dc.publisher.initialsUTFPRpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::RADIOLOGIA MEDICApt_BR
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